RECINTOS DO BLOG

sexta-feira, 13 de maio de 2011

PARABÉNS...

Quero deixar registrado aqui os meus sinceros parabéns ao Coral Feminino Cantares pela passagem do seu 2º aniversário. Agradeço, também, sua inestimável ajuda e cooperação para o meu ministério pastoral frente à Igreja Presbiteriana do Brasil aqui em Mogi das Cruzes. Um líder se sente sempre mais seguro quando seus liderados se gastam e se dedicam na busca pelos mesmos objetivos.
Aqui estão algumas fotos da festa.




Uma imagem vale mais que mil palavras.

REALMENTE FOI UMA BELA FESTA. DEUS CONTINUE A ABENÇOÁ-LAS.

Rev. Mauro Sergio Aiello


quarta-feira, 20 de abril de 2011

OVO OU PÃO? EU PREFIRO OVO E PÃO!

Eu como ovo de "Páscoa". Na verdade nem eu e ninguém come esse ovo. Nós comemos mesmo é ovo de chocolate na época em que se comemora a ressurreição de Jesus. Mas eu sei o que é Páscoa e sei muito bem no que consiste o fato e a verdade da ressurreição do meu Redentor. E você, o que sabe a respeito?

O cristão não comemora a Páscoa. Já me pronunciei a esse respeito em outras ocasiões. Todo cristão bem informado (porque há cristãos mal informados sim senhor) sabe que o povo de Deus, Israel, ficou cativo no Egito mais de quatrocentos anos.

Muitos hebreus nasceram, viveram, procriaram e morreram no Egito e como escravos. Que situação terrível não? Os Faraós, que eram os reis Egípcios, tinham prazer em fazer o povo de Deus sofrer sob o chicote do feitor. Deve ser horrível viver em uma terra que você não pode chamar de minha pátria. Deve ser horrível não ter direito à propriedade e ser estrangeiro em terra estranha. Muitos descendentes de Jacó (Israel) deviam se perguntar sobre a razão de tal situação e o clamor por libertação devia ser constante.

Deus, então, em Seu tempo, comissionou Moisés para ser seu representante perante o povo (um tipo de profeta) e também para representar o povo diante Dele (um tipo de sacerdote). O chamado deste homem, que se deu quando ele tinha oitenta anos era específico, ou seja, ele deveria liderar o povo de Israel em sua saída do Egito e em sua jornada até a Terra Prometida, Canaã. Moisés relutou, mas aceitou a incumbência e tarefa que Deus lhe confiara.

O Faraó foi duro na queda. Ele não queria permitir que o povo de Israel (mão de obra gratuita) saísse do Egito. Deus então enviou nove pragas. Mas o Faraó resistiu. Todavia, o mais duro golpe contra o Egito, desferido por Deus, foi a décima praga – a morte dos primogênitos. Deus disse que iria passar (Pesha - Páscoa) pelo Egito e mataria todos os primogênitos, desde humanos até animais, mas nenhum israelita ou mesmo qualquer um dos seus animais seriam afetados. Deus ordenou que na casa dos israelitas fosse observado certo rito que incluía a escolha de um cordeiro (ovelha ou cabrito novo) para cada família e se a família fosse pequena poderia convidar seu vizinho mais próximo. O animal escolhido não poderia aparentar nenhum defeito nem por dentro e nem por fora e ser macho de um ano. Esse animal deveria ficar sob a guarda da família nos primeiros quatorze dias do primeiro mês do ano (Abibe). No décimo quarto dia, então, o animal deveria ser imolado, o seu sangue aspergido em ambas as ombreiras e na verga da porta. Os israelitas deveriam assá-lo e comê-lo com pães asmos (sem fermento) e ervas amargas. Deveriam comer a cabeça, as pernas e fressura (traquéia, pulmões, coração e fígado). Se houvesse sobra deveria ser queimada. Deveriam comer com lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão. (assim como se estivem prontos para sair – como foi o caso). Então, com a mortandade dos primogênitos, inclusive de sua própria casa, o Faraó do Egito permitiu a saída dos Israelitas.

Qualquer ser humano, seja de que nacionalidade for, à semelhança daqueles israelitas, nasce escravo do pecado, subjugado não ao Faraó, mas morto em seus delitos e pecados e subjugado à vontade da carne, do mundo e do Diabo. Em seu coração há um clamor por libertação. Então Deus, escrevendo a história da nossa redenção, mais uma vez intervém. Ele envia Jesus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29), sacrifica-o fazendo seu sangue inocente, aspergir o madeiro. O Cordeiro de Deus morre, mas no terceiro dia, sob o poder de Deus ele ressuscita dentre os mortos. Jesus vence a morte em todos os sentidos, quebra os grilhões, liberta a todo aquele que nele crê. (João 8.32)

É isso que nós cristãos comemoramos. Comemoramos a ressurreição de Jesus, porque assim como ele ressuscitou nós também ressuscitamos espiritualmente e nascemos de novo, assim como Ele ressuscitou, nós também ressuscitaremos no último dia quando o mesmo poderoso Deus enviar Jesus seu filho e recriar novo céu e nova terra lugar de nossa eterna habitação.

Bem, quem assim crê pode comer o ovo da páscoa, que retrata um mito, porque é gostoso, mas vibra na alma porque sabe que a verdade é Jesus o pão que desceu do céu e que realmente satisfaz.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

É FALTA DE DEUS....E PRONTO.

Um louco entrou na escola e atirando com seu revolver tirou a vida de 12 adolescentes. (há outros em estado grave). Chocante! Parece que estamos vivendo no primeiro mundo porque coisas como essa só víamos acontecer nos Estados Unidos da América. Agora um tal de Wellington (não sei porque, mas acho que tenho a impressão que sempre que eu ouvir esse nome vou me lembrar desse episódio) resolveu americanizar o Brasil.


Deixando essa questão de lado, não se falava de outra coisa no rádio ou mesmo na televisão. Não faltaram as famosas entrevistas dos psícólogos. Ouvi uma entrevista da irmã do tal atirador (percebe que eu reluto em escrever o nome?) na qual ela dizia que ele era quieto, ficava no computador o dia inteiro e que era bastante "estranho".


Um dos entrevistados falou a respeito da carta (estranha carta) do homicida. Uma carta escrita para instruir a respeito do seu sepultamento e o destino que deveria ser dado aos seus pertences. A carta tem um teor de radicalismo religioso, mas mesmo não sendo um psicólogo ou psiquiatra deu para perceber que o tal atirador era desequilibrado, ou para dizer de uma forma mais popular, não batia bem da cabeça.


Independentemente dessas coisas, o que nos ocorre quando nos vemos diante de um quadro desse é: o que poderíamos fazer para evitar uma tragédia como essa? Quais seriam os mecanismos que, sendo utilizados seriam fortes o suficiente para que um episódio como esse não se repetisse?


Não me sai da cabeça aquele episódio lamentável de um menino de 11 anos apenas, que foi morto com um tiro de um revolver calibre 38 já que o menino que disparou o tiro tinha acesso à essa arma que pertencia a seu pai e a levou à escola. Se houvesse um meio de impedir que armas entrassem em escolas tanto um quanto o outro caso não teria acontecido. Os bancos tem aquelas porta malucas que parecem dificultar a entrada de pessoas armadas. Bem, parece, porque eu me pergunto, como é que acontecem os famosos assaltos a banco?


Fico imaginando que a mídia é culpada. Vocês já viram a quantidade de filmes violentos que passam nos cinemas e na televisão? E o que dizer daqueles joguinhos em que o cara sai dando tiro para todo lado e fazendo jorrar sangue para todo lugar? Talvez se diminuíssimos a quantidade de filmes violentos e impedíssemos a edição de jogos de violência em computador e dos tais vídeo-games poderíamos diminuir a gana de certas pessoas fracas da cabeça e que se deixam seduzir por esse tipo de coisa. Mas sinceramente, mesmo sendo simpático a essas medidas, creio que elas não erradicariam o problema. Uma pessoa que se deixa seduzir por esse tipo de filme e esse tipo de "joguinho" já mostra uma certa patologia instalada. Essa é a minha opinião.


Lembro-me de que houve um plebiscito que consultou o povo brasileiro sobre o desarmamento no Brasil. A Wikipédia registrou o resultado desse referendo da seguinte maneira: O referendo sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munições, ocorrido no Brasil a 23 de outubro de 2005, não permitiu que o artigo 35 do Estatuto do Desarmamento (Lei 10826 de 23 de dezembro de 2003) entrasse em vigor. Tal artigo apresentava a seguinte redação: "art. 35 - É proibida a comercialização de arma de fogo e munição em todo o território nacional, salvo para as entidades previstas no art. 6º desta Lei". Aí fiquei, diante do episódio do bairro do Realengo no Rio de Janeiro, pensando: será que se impedíssemos a comercialização de armas não teríamos de alguma forma impedido que esse maluco fizesse o que fez? Mas a resposta a essa pergunta também é difícil de responder.


É como diz o ditado popular: "Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come". Diante de um quadro de dor como esse de Realengo ou como aquele no Condado de Jefferson, Colorado, Estados Unidos, no Instituto Columbine, onde os estudantes Eric Harris (apelido ReB), de 18 anos, e Dylan Klebold (apelido VoDkA), de 17 anos, atiraram em vários colegas e professores, ficamos boquiabertos e aparentemente impotentes. Medidas e providencias são tomadas, mas sempre nos deparamos com eventos extremamente dolorosos como esses.


Olhamos com espanto para esses acontecimentos e somos levados pelos campos da Filosofia, mas não encontramos nenhuma resposta que nos satisfaça. O sociólogo dá sua opinião e, a despeito de algumas considerações interessantes, também não conseguem responder e aplacar nossa gana com uma resposta adequada. A Psicologia é aparentemente boa para diagnosticar, mas é pobre, muito pobre a meu ver, quando se trata de propor terapias. As vezes acerta em cheio, mas a psicologia dá cada bola fora, vide o laudo que quase permite que o tal do Champinha voltasse para as ruas depois de matar com requintes de crueldade os adolescentes Felipe Silva Caffé e Liana Bei Friedenbach. Sinceramente, o Champinha é um monstro que deve se dar por satisfeito porque no Brasil a reclusão é garantida pelos impostos recolhidos de trabalhadores honestos e dignos como é o caso dos pais de Felipe e de Liana.


Então vamos à Teologia, tentar encontrar um parecer que satisfaça. Já sei que irão me acusar de simplista, de fanático, de radical ou mesmo de aproveitar um momento como esse para expor minha teorias bíblicas tolas e ultrapassadas. Podem me rotular, mas sinceramente um indivíduo que teme a Deus, não escreveria uma carta tão idiota como aquela e nem faria o que fez. O temor do Senhor é que nos faz sábios para viver em qualquer século e enfrentar as mais difíceis circunstâncias da vida. Se aquele estudante de medicina que entrou em uma sala de cinema de um shopping e atirou com uma metralhadora matando pessoas que estavam ali, aparentemente seguras assistindo um filme, realmente tivesse um relacionamento sadio como Deus, jamais seria responsável por ato tão bárbaro.


Alguns críticos de plantão vão falar das cruzadas e da mortande perpretada por esse movimento, mas sinceramente quem faz tal alegação não conhece o Deus que eu conheço, ou seja, o Deus que se revela na Bíblia. Muito bem, já sei que muitos irão condenar meu biblicismo, que irão dizer que a Bíblia é mais um livro de religião dentre tantos que existe por aí. À esses que taís alegações fazem eu digo que devem ler esse livro para constatarem que não se trata de um livro qualquer. A Bíblia apresenta um Deus que é amor, mas que prima por justiça, e que também não economiza em misericórdia. A Bíblia fala de um Deus que é Deus e não um ser divinizado pelo homem. Esse Deus habitando com seus princípios os corações de homens e mulheres, muda de fato o curso da história de indivíduos e de sociedades. Deus não estava no coração de "Wellington" na manhã do dia 07.04.2011 lá no bairro do Realengo, com a mais absoluta certeza, apesar de ter citado Jesus em sua tresloucada carta.


Assim resta-me dizer que mais do que seguranças, desarmamento, uma boa plataforma educacional, uma sociedade que prime pela melhor distribuição de rendas e que ofereça igualdade de condições na disputa pelo espaço acadêmico ou pela fatia do mercado de trabalho, mais do que tudo isso esse mundo precisa de Deus. O Salmista escreveu: "Se o senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela". Ou seja, façam tudo que estiver ao seu alcance, mas não sejam autosuficientes ao ponto de pensar que essas coisas bastem. È preciso que Deus seja configurado, considerado, temido. É preciso que Deus esteja em cada casa determinado a agenda da família, porque se não a casa vai mal e a opção é ficar diante de um aparelho de televisão, jogando joguinhos no vídeo-game ou mesmo invadindo o espaço internético que oferece muitas coisas boas mas que está cheio de lixo, também.


Sem Deus em casa não há interesse no bem estar do outro. O que funciona é a máxima: "Cada um com seus problemas", ou "Você para mim é problema teu". Sem Deus esse mundo se torna pior do que odioso, ele se torna indiferente. Sem Deus esse mundo perde o encanto e a graça. Sem Deus esse mundo não tem sentido porque vivemos por viver, sem saber de onde viemos, por que estamos aqui e para onde vamos depois daqui, se é que há "depois daqui". Sem Deus somos seduzidos por nossos próprios recursos e nos deixamos possuir pelo orgulho e soberba diante do menor sucesso obtido, afinal de contas Deus não existe e não teve nada a ver com isso.


Sem Deus esse mundo se torna uma escola qualquer onde eu ou você podemos entrar, sacar uma arma e atirando tirar vidas preciosas de filhos e filhas traumatizando pais, avós, irmãos, irmãos.....Ah! Ok! Você vai dizer que não crê em Deus mas não faria isso que esse louco fez. Será mesmo? Você tem certeza disso? A mesma velha Bíblia diz que "..enganoso é o coração, mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?". (Jeremias 17.9) Tenho visto e ouvido pessoas cometerem torpezas como a desse jovem e depois não saberem explicar porque agiram como agiram. E quando pessoas próximas desse tipo de gente é entrevistada elas dizem que jamais poderiam imaginar que aquela pessoa fosse capaz de agir como agiu.


Sem Deus esse mundo é doente e o pior é que não percebe essa patologia.


É a falta de Deus que faz da mídia essa porcaria chamada Big Brother Brasil e coisas do gênero. Quer maior violência do que essa?


É a falta de Deus que faz do mundo da música um ambiente barulhento e que confunde arte com gritaria, loucura encharcada de àlcool, drogas e prostituição.


É a falta de Deus que faz com que o casamento se torne uma instituição humana volátil e sem importância.


É a falta de Deus que produz religiões que confundem santidade com prosperidade patrimonial transformando esse deus em um utilitário.


É a falta de Deus que faz com que acreditemos que qualquer coisa pode nos satisfazer levando você e a mim às compras de forma irresponsável, sendo consumidos pelo consumismo.


O que aconteceu hoje em Realengo é a mais pura e nítida demonstração de que precisamos nos voltar para Deus e ouvir o que Ele tem a nos dizer em Sua Palavra. O que aconteceu hoje deve nos levar não apenas a ouvir, mas também a obedecer sem detença o que Ele nos ensina. Diz a Bíblia que os loucos desprezam o ensinamento de Deus (Prov. 1.7)


Lamento e me solidarizo com as famílias enlutadas, incluindo a família do louco homicida, mas lamento também que tenhamos muito pudor para ouvir o sociólogo, o psicólogo, o educador, o historiador e continuemos a fechar nossos ouvidos para o que Deus tem a nos dizer em sua palavra.


Enquanto agirmos assim, sempre haverá Columbines e Tasso da Silveira.

terça-feira, 29 de março de 2011

MISSIONÁRIO GERSON....

Nos próximos dias 09 e 10 de Abril teremos o privilégio de ter entre nós o Missionário Gerson que atuou na Turquia por bons anos. Oremos por isso e participemos desse momento de comunhão e edificação.

domingo, 13 de março de 2011

O MERCADO ESTÁ VAZIO......

Há uma famosa versão de um cântico americano de cunho escatológico que começa com essa expressão... "o mercado está vazio".

Mas para alguns pregadores da “teoria da prosperidade” o mercado está cheio:

Cheio de criatividade para arrancar dinheiro dos incautos, dos menos avisados, dos mais desesperados, daqueles que travestidos de pessoas simples se deixam possuir por um desejo incontrolável de se tornarem ricos e abastados e por isso agem como loucos à semelhança daqueles que fazem sua “fézinha” nas loterias da vida que são tantas nesse país que fazem do Brasil um grande cassino a céu aberto.

O mercado está cheio de “caras de pau” que usam o espaço na mídia para arrancar, despudoradamente, a prata e o ouro dos tolos e com isso se manter no ar formando um círculo vicioso (já que esses recursos servem apenas para manterem sua visibilidade na mídia multiforme) onde em momento nenhum a Glória de Deus e a Honra do Seu nome são prioridades. Os mercadores, nesse mercado, vivem se defendendo dos ataques que lhe assacam aqueles que não suportam mais tamanha vileza oculta por trás do manto de uma pseudo- espiritualidade. Eles se postam de perseguidos e de vítimas. São mesmo enormes caras de pau.

O mercado está cheio de gente que encontrou o caminho da visibilidade e trabalha com os números de uma forma muito mais eficiente e criativa do que muitos economistas de renome. Veja o caso do tal do “Dr”. Mike Murdoch que aparece no programa do “Pastor” Malafaia com o discurso de que o Senhor teria uma benção especial para doze pessoas que iriam ligar e se comprometer a ofertar R$1.000,00 cada uma. Veja a “criatividade”. Doze é o número dos apóstolos, das tribos de Israel. Mas, sinceramente, duvido que só doze pessoas tenham ligado. Não são poucos os que acreditam em tais bobagens ditas e vistas na telinha. Ou você acredita que os responsáveis por arrecadar esse dinheiro irão desligar o telefone e deixar um recado dizendo ao 13º, e daí por diante, que ligaram tarde demais e não fazem parte dos 12 abençoados?

A cada dia que passa o mercado enche! Enche de líderes que não mostram arrependimento quando são pegos em suas maracutaias como aqueles casal que foi condenado por entrar ilegalmente com dólares nos Estados Unidos da América. Condenados pela justiça norte-americana, depois de terem cumprido sua pena e voltado ao Brasil, aparecem diante do Presidente da República Brasileira, Luiz Inácio “Lula” da Silva, com a maior desfaçatez oferecendo-se como representantes dos “evangélicos do Brasil”. Quero deixar registrado aqui que esse casal não me representa e tão pouco representa a denominação na qual eu sirvo a Deus na condição de Pastor. Eles deveriam ter vergonha e dar explicações sobre o dinheiro não declarado e escondido dentro da Bíblia com o qual pretendiam entrar nos EUA. Creio que não fariam isso porque não seriam “loucos” a ponto de por a perder as benesses auferidas na condição que ocupam na denominação que fundaram e da qual são proprietários. E estes também se postaram de vítimas, de perseguidos.

O mercado está cheio de crendices e fetiches um dia tão condenados, tais como o copo com água (água benta evangélica), a prática de ir orar no monte (fazendo do cume do monte um lugar sagrado à semelhança dos macumbeiros que fazem seus despachos nas encruzilhadas, cachoeiras e proximidades de cemitérios), a rosa branca que atrai o mau olhado, a balinha ungida, as coreografias tão “criativas” como aquela de dar a volta em torno das muralhas de Jericó, o trízimo (ele não usou esse termo, mas disse isso) do tal “apóstolo” Valdomiro Santiago, trinta por cento representando a trindade, da promessa de caroços curados como fez o tal do R.R. Soares que faz dos seus “cultos”, verdadeiras aberrações às quais ele intitula o Show da Fé numa criatividade mercadológica sem o menor pudor e temor a Deus.

O mercado está cheio de apóstolos que nunca viram o Cristo Ressurreto e que, se não se arrependerem logo e partirem para a eternidade sem terem experimentado aquele novo nascimento de que Cristo falou a Nicodemos, apenas O verão quando receberem a justa condenação que seus atos e meio ilícito de vida e enriquecimento merecem receber.

Infelizmente o mercado está cheio. E a cada dia que passa ele cresce e a multidão de freqüentadores aumenta. Gente que crê em um Deus utilitário, um Deus negociante, de gente que vê a Igreja como um balcão de negócios, de barganhas. Os freqüentadores de tais mercados não estão interessados em buscar um Deus que lhes transforme a vida de tal maneira que eles se tornem sal da terra e luz do mundo. As pessoas que freqüentam esses mercados nunca ouvem dizer desses senhores do mercado, que o maior de todos os milagres é Deus trabalhando nossa vida de tal maneira que a cada dia que passa nos pareçamos mais com seu Filho Jesus Cristo, a quem Ele não poupou por amor a nós.

O mercado está cheio de engano e mentira, de ilusões e de tolos que buscam a prosperidade do presente século e por isso correm o risco de perder a eternidade com Deus, pois, agem à semelhança de Esaú que pensou mais no seu estômago do que nas bênçãos inefáveis advindas da primogenitura.

Não sou tolo a ponto de desprezar a prosperidade financeira. Deus sempre teve, em suas mãos, homens ricos e abastados, bem como usou gente simples, porque Ele usa a quem quer e da maneira que quer usar. Todavia é primordial que entendamos que todos os ricos a quem Deus usou, receberam a benção da prosperidade como fruto do trabalho honesto, e sinceramente, honestidade não parece ser a marca distintiva dos atuais pregadores da “teoria da prosperidade”.

De uma coisa eu sei que o mercado está vazio. O mercado está vazio da Graça, da Imensa, da Incomparável e Sublime Graça.
Nesse mercado a graça de Deus não pode entrar porque tudo nele custa alguma coisa. A oração “forte”, a “cura divina”, “os dons de Deus”, “a casa própria”, “o sucesso nos negócios”. Nesse mercado, que chamam indevidamente de Igreja de Cristo, essas coisas não têm nada a ver com a Graça, simplesmente porque a Graça é de graça e nesse mercado, tudo é vendido, tudo é comercializado, como disse alguém bem humoradamente ao referir-se a um dos maiores deste mercado: “Se Jesus é o caminho, o bispo Macedo é o pedágio”.

Eu prefiro ficar com o mais notável de todos os milagres que somente Deus pode fazer; agir com justiça fazendo com que o pecado seja punido em seu filho, manifestando assim, nEle, naquela cruenta cruz, a salvação, ao sermos perdoados, derramando sobre aquele que crê, pura e simplesmente, a sua Graça, inefável Graça, que nada custa, para nós, porque não poderíamos simplesmente pagar.

Foi Jesus, o Filho amado quem pagou e nos deu....de Graça.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O DIA SANTO II

“Resgatemos o prazer de termos um Dia no qual não pensamos em nós mesmos mas sim no Deus que nos criou”.
Rev. Mauro Sergio Aiello

Convencidos de que o primeiro dia da semana é um dia Santificado ao Senhor, cabe perguntar como essa santificação se concretiza, como santificar esse dia?

A resposta é:
“Devemos santificar o Domingo com um santo repouso por todo esse dia, mesmo nas ocupações e recreações temporais que são permitidas nos outros dias; devemos empregar todo esse tempo em exercícios públicos e particulares de adoração a Deus, exceto o tempo preciso para as obras de pura necessidade e misericórdia”. Breve Catecismo – Pergunta e resposta 60.

Queremos dar algumas sugestões de ordem prática sobre o que podemos fazer nesse dia que realmente implique em que o mesmo seja santificado. Devemos lembrar que nosso corpo precisa desse descanso, desse repouso para poder repor as energias. Então lembre-se que:

1. Nada de madrugar nesse dia. Não é saudável que fiquemos até de madrugada em qualquer atividade, até aquelas que não são consideradas pecaminosas. Se essa atividade comprometer nosso desempenho durante o restante do dia, então não devemos praticá-la. Digo isso porque não são poucos os que vão dormir tarde, já na madrugada desse dia santo e depois não têm disposição para o Culto Público Matutino, Escola Bíblica Dominical e outras atividades do Dia do Senhor, culminando com o Culto Vespertino como é adotado em nossa cultura religiosa. É muito comum observar gente bocejando no Culto Noturno e com aquela disposição negativa, ou seja, se o Culto se estender um pouco além do horário normal, lá vem crítica.

2.  Levante cedo, faça sua oração, sua higiene pessoal, o desjejum e vá com horário suficiente para chegar pelo menos cinco minutos antes do início das atividades. Não esqueça de levar sua Bíblia. Não vamos à roça sem a enxada; não vamos à Igreja sem a Bíblia e o Hinário.

3.  Após o Culto Matutino (nas igrejas onde há Culto Matutino) e Escola Bíblica Dominical, faça sua refeição. Após a refeição tire pelo menos um tempo (2 horas, por exemplo) para repouso. Assim você vai estar alerta para o Culto Noturno e com certeza não vai dormir.

4. Se você se considera descansado e com disposição física, faça uma visita a um irmão em Cristo. É bom certificar-se que esse irmão terá disponibilidade para te receber. É bom desenvolver a comunhão visitando os irmãos. Não permita que haja distanciamento entre você e seus irmãos na Igreja. Vamos manter a chama da unidade e nos estimularmos uns aos outros. “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.” (Hebreus 10:24) Transforme a tarde do Domingo num ato de preparação para o Culto de Adoração na noite que está por vir. Nós nos preparamos para tantas coisas nessa vida, e muitas vezes nos esquecemos da importância do preparo que devemos ter para o momento no qual nos reunimos como filhos de Deus com o objetivo de Adorá-lo em Espírito e em Verdade. Lembre-se: “Maldito aquele que fizer a obra do SENHOR relaxadamente!” (Jeremias 48:10a)

5. Se você canta no Coral e o mesmo ensaia no domingo a tarde, procure chegar em tempo, dê o melhor de si. O ensaio é tão importante quanto o momento do Culto. Cante e testemunhe através das músicas que você canta com os demais irmãos do Coral. Quantas pessoas ouviram o evangelho e foram convertidos pela instrumentalidade da música na Igreja. A música é tão importante na vida cristã que o maior livro da Bíblia trata disso (Salmos).

“Guarde o sábado, que é um dia santo. Faça todo o seu trabalho durante seis dias da semana; mas o sétimo dia da semana é o dia de descanso, dedicado a mim, o SENHOR, seu Deus. Não faça nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem os seus filhos, nem as suas filhas, nem os seus escravos, nem as suas escravas, nem os seus animais, nem os estrangeiros que vivem na terra de vocês. Em seis dias eu, o SENHOR, fiz o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles, mas no sétimo dia descansei. Foi por isso que eu, o SENHOR, abençoei o sábado e o separei para ser um dia santo.” (Êxodo 20:8-11)

São palavras que visam te orientar em como aproveitar de forma sábia o Dia do Senhor de tal maneira que ele seja realmente Santificado e como resultado, você receba a edificação, o crescimento e o estímulo que a alma humana tanto almeja e necessita receber.

Certamente há muitas outras considerações úteis a esse respeito, mas devemos sempre nos lembrar do quanto é importante que o Dia do Senhor seja realmente dEle e para Ele.